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Um homem cubano-americano entrou com uma ação alegando ser o legítimo proprietário do aeroporto internacional Jose Marti, em Havana, dizendo que foi confiscado de sua família durante a revolução de Fidel Castro em 1959, que derrubou o governo.

José Ramon López Regueiro, que agora vive na Flórida, entrou com uma ação em Miami contra a American Airlines e o Grupo LATAM Airlines por "tráfico" na propriedade.

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"O que buscamos recuperar é o valor do aeroporto três vezes", disse o advogado Andrés Rivero, que está lidando com o caso e estima o valor atual do aeroporto como "se aproximando de 1 bilhão".

De acordo com o processo judicial, a American Airlines e a Latam "trafegaram ou se beneficiaram do tráfico ilegal e contínuo no aeroporto, chegando e saindo do aeroporto e usando suas instalações para transporte de carga e passageiros".

López Regueiro disse: "Infelizmente tive que esperar 60 anos. Mas, no final, haverá justiça".

A mecânica do processo foi implementada quando o atual governo Trump implementou o Título III da Lei Helms Burton de 1996, permitindo que cidadãos norte-americanos processassem empresas estrangeiras e entidades cubanas pelo uso de propriedades expropriadas após a revolução de Cuba em 1959.

Em um comunicado, a American Airlines disse: "O serviço da American Airlines em Cuba, incluindo o Aeroporto Internacional José Martí em Havana, é autorizado pelo governo dos EUA. Além disso, (esta lei) isenta especificamente viagens legais, que é o que a American oferece".